Autoras
Minibiografia
Nascida em 04 de junho de 1966, é graduada em Letras – Língua Portuguesa pela UERN. Especialista em Ensino de Literatura e Produção de Texto pela FVJ, Mestre em Letras pela UERN.
Professora e escritora.
Maria Mônica de Freitas, como escritora, assina como Mônica Freitas.
Entrevista
“Sim, todos os temas que escrevo, quando não sobre sentimentos de amor, saudade, solidão, têm cunho social para o chamamento de atenção a algum comportamento, costume, cultura social”.
“Acho necessário. Alguns textos que tratam da história da minha ancestralidade (povo Paiacu do Apodi) precisam ser lidos para que eles compreendam nossa história, nossa importância na formação cultural do povo da região em que vivemos”.
“Aconselho às mulheres jovens primeiro a observar seus contextos e escreverem sobre eles, incluindo o tom crítico, auto expressivo, como se fosse um grito ecoando no deserto da compreensão sobre a feminilidade”.
Escrita
Escrita
“Vale ressaltar que autodeclarar-se não significa somente dizer: “eu sou indígena”, é preciso ter conhecimento do seu histórico familiar, buscar seu vínculo com uma etnia que seja reconhecida como ocupante do território invadido pelos europeus a partir de 1500, para poder ser aferido pela liderança daquela etnia. Em Apodi, a única pessoa que pode garantir a aferição é a Cacique Lúcia Paiacu Tabajara, líder pelo seu histórico de pesquisadora que conseguiu reunir dados históricos, arqueológicos e antropológicos que garantiram a investida das pesquisas acadêmicas que oportunizaram a publicização do conhecimento que ela reuniu em suas investigações de campo”.
Trecho de “Quantos indígenas existem em Apodi?”