Autoras
Maria Natalia Silva do Nascimento
Minibiografia
Nascida em 5 de maio de 2001, é graduanda em Medicina pela Unidompedro Afya Salvador. Idealizadora do projeto “Saúde Divertida”, ela desenvolve uma série de livros infantis que unem, de forma lúdica, a fisiologia e o entendimento de patologias para crianças. Sua paixão pelas letras floresceu ainda no ensino fundamental e amadureceu no ensino médio, quando expressava sua criatividade escrevendo poesias para seus professores. Com um olhar sensível para o poder da educação, escreveu seu primeiro livro, “Reaprendendo a Amar”, com um propósito nobre: motivar sua mãe no processo de alfabetização, celebrando o emocionante retorno dela aos estudos
Escritora e estudante de medicina.
Como escritora assina como Maria Natalia Nascimento.
Entrevista
Entrevista realizada em 19 de agosto de 2025.
“Gosto de ouvir música clássica quando estou escrevendo.”
“Sim, sempre busco deixar claro a importância de investimento em educação e políticas públicas.”
“O livro que escrevi falo muito sobre auto conhecimento, perdas e a busca de novos objetivos. Sendo assim, pensando em um público juvenil que passa por processos semelhantes, pode “amenizar” a sensação de está vivendo esse processo sozinho.”
“O Seridó, a passagem da seca para o verde é a transformação que as vezes precisamos presenciar.”
Materiais de divulgação, conteúdos e referências
Escrita
Reaprendendo a amar
“Não há perfeição no nosso relacionamento, e em nenhum outro. Somos humanos, Lírio! Eu amo o seu pai, Deus sabe, mas o amor não é suficiente para manter um relacionamento, acredito que sempre conversar e tentar entender o outro é o que nos mantêm juntos depois de todos esses anos.”
“— Meu amor, minha linda menina, a coisa mais difícil de se fazer é assumir para si mesma que não está preparada para se deixar amar.”
“Eu costumo escrever sobre as sensações do beijo, mas ontem, eu me senti de todas as maneiras possíveis, como se eu estivesse em uma fusão de todas as descrições que já escrevi em meus livros de romance. Beijar William foi como se uma parte de mim finalmente encontrasse sua metade.”
“A todo momento corremos da morte, chegamos às vezes bem pertos de encontrá-la de braços abertos, mas a verdade é que nunca queremos morrer. Achamos que seremos eternos, que viveremos quantos anos quiser, pensamos que só estamos aqui para aproveitar a vida, mas não é isso. Não pode ser isso! Não escolhemos quando partimos! E se a vida fosse feita apenas para aproveitar, ela teria errado em deixar Alice partir. “