Autoras
Vitória Nascimento
Minibiografia
Nascida em 07 de outubro de 2003, é técnica em informática pelo IFRN Campus Macau.
Hoje, seus caminhos tomaram outros rumos profissionais.
Vitória Nascimento de Souza, como escritora, assina somente como Vitória Nascimento.
Entrevista
Entrevista realizada em 12 de julho de 2025.
“Sem dúvida. Ainda existe uma resistência velada à voz feminina, especialmente quando ela é firme e crítica”.
“Ser levada a sério. Ter espaço. Ter voz sem ser interrompida. Ainda enfrentamos a invisibilidade, a comparação constante e o rótulo de que certas temáticas “não vendem” se vêm de uma mulher”.
“A literatura é voz. É denúncia. É empoderamento. Ao escrevermos nossas histórias, recusamos o silêncio histórico imposto às mulheres. E isso, por si só, já é um ato de resistência”.
“Meus textos ajudam a criar pontes entre o conteúdo acadêmico e a vivência emocional dos alunos. Temas como autocuidado, TDAH, ansiedade e tomada de decisões são portas de entrada para debates essenciais”.
Materiais de divulgação, conteúdos e referências
Escrita

“O autocuidado mental é uma prática vital para manter a saúde emocional e psicológica. Ao entender seus benefícios e importância, você pode iniciar sua jornada para uma vida mais equilibrada e feliz”.
Guia transformador sobre crescimento pessoal e profissional, focando em estratégias para alcançar metas com equilíbrio, superar obstáculos e se reconectar com a essência. É um convite à coragem, ao autoconhecimento e ao amor-próprio.
Escrita

“Não adianta fugir. Eu sei onde você está. E você sabe quem eu sou.”
À Última Testemunha revela a aterrorizante história de Helena Duarte, uma adolescente de 16 anos que é a única sobrevivente de um massacre em uma escola de uma pequena cidade. Silenciosa desde o trauma, ela é internada em uma clínica especializada, enquanto autoridades e a mídia tentam montar o quebra-cabeça do horror vivido. Porém, Helena carrega um segredo poderoso: ela viu tudo — e alguém sabe disso. Assombrada por vozes, passos e ameaças anônimas, ela percebe que sua segurança está em risco. Determinada a romper o silêncio, Helena enfrenta medos profundos para revelar a verdade escondida por trás daquele dia sangrento.
Escrita

Em uma noite calma, enquanto revisava anotações, Lua escreveu em seu caderno:
“O legado que deixamos não é feito de peças ou exposições.
É tecido nas relações que construímos, nas memórias que preservamos, no amor que
colocamos em cada gesto. Pertencer é ser parte de algo maior, é carregar a história dos que vieram antes e preparar o caminho para os que virão depois.”
Acompanha Lua Marianny Prado, uma estilista que viaja do cerrado a Paris, costurando raízes, arte e identidade. É uma história sobre coragem, ancestralidade, inovação, empreender com alma e criar com propósito, lembrando que o futuro também se faz de memórias.
Escrita

“Minha Zahra,
Se um dia esta carta te encontrar, é porque você seguiu escrevendo, mesmo quando doeu. Eu sempre soube que suas palavras iriam além dos cadernos. Que você carregaria beleza em tudo que tocasse.
Continue. Mesmo quando estiver difícil. Mesmo quando ninguém estiver lendo.
Te amo para sempre,
Vó Nena.”
Romance sensível sobre Zahra Eloá Castelan, 21 anos, que vive em uma cidade mineira, escrevendo sobre cafés, silêncios e memórias, lidando com uma condição de saúde e saudade do Tocantins. É sobre amor-próprio, saudade, dor e beleza, e a escrita como resistência.
Escrita

“Recomeçar dói. Mas só recomeça quem tem coragem.”
Bianca Carvalho, promissora jogadora de vôlei, teve seu futuro destruído aos 17 anos por uma lesão grave (ruptura do ligamento cruzado anterior e menisco). Aos 24, ela é uma jovem fisioterapeuta esportiva, enfrentando preconceitos. A história trata de perder, recomeçar e transformar a dor em força.