Autoras
Bia Crispim
Minibiografia
Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, especialização em Ensino de espanhol como língua estrangeira pelo CERES/UFRN , mestrado em Estudos da Linguagem pelo PPGEL/UFRN e doutorado em Literatura Comparada. Em 2022, publicou um livro de contos intitulado No horizonte tem chuva fiando, pela editora potiguar CJA. Atualmente, possui uma coletânea de crônicas que vêm sendo publicadas desde 2020, inicialmente no portal Potiguar Notícias e, mais recentemente, no Saiba Mais, com periodicidade semanal. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, atuando principalmente no seguinte tema: artificialização, barroco, devir, esquizoanálise e fragmentação na literatura contemporânea. Interessa-se também pelos estudos de literatura de autoria feminina e estudos de gênero.
Escritora, professora e colunista.
Como escritora, assina como Bia Crispim.
Entrevista
“Na infância. Tenho uma mãe professora e uma família leitora que me estimulou desde cedo. Aos 8 anos ganhei um diário de minha mãe pra escrever minhas coisas. Lembro que escrevia muita coisa, pequenos relatos, poesia, registrava sonhos… Mas não lembro qual foi meu primeiro texto”.
“Sim, o amor; as relações interpessoais de todo tipo; as vivências Travestis, sobretudo as minhas; os sofrimentos humanos; e a fabulação…”
“Serem reconhecidas como escritoras… Como produtoras de literatura independente do gênero”.
“A humanização das vidas LGBTQIAPN+, principalmente, as vidas Trans/Travestis”.
Materiais de divulgação, conteúdos e referências
Outras Mídias
E-mails
Escrita
Trecho do texto Transescrita (2025):
“Assim como a Villada, ‘Meu primeiro ato de travestismo foi pela escrita.’ Nela eu já era Bia. ‘Escrever implica uma rebeldia…’ e eu me rebelei através dela. Escrever me deu permissões: a de existir como eu queria, onde eu queria, com quem eu queria, mostrando todas as identidades com as quais eu poderia performar. Permitiu-me dizer ao mundo que estamos aqui, nós, mulheres Trans/Travestis, ocupando lugares diurnos e cotidianos, para além da noite e da sarjeta e do ostracismo (lugares e situações nos quais condicionaram nossa existência ‘natural’)”.